10 mudanças que esperamos da biblioteca do futuro

do site OnlineUniversities.com

Bibliotecas agiram como pedras fundamentais de comunidades por um milênio, e cada abril marca o mês da Biblioteca Escolar, celebrando o quanto eles promovem a educação e a consciência em um espaço aberto e estimulante. O que os faz instituições tão duradouras, no entanto, não é o mero ato de preservar livros e promover o conhecimento. Ao invés disso, é a quase inquietante habilidade de adaptar-se consistentemente às mudanças nas demandas da população local da mesma forma que às tecnologias emergentes. O sistema de biblioteca provavelmente não desaparecerá tão rapidamente, mas ao invés disso, vê a si mesmo desabrochando em algo novo e excitante em congruência com a miríade de demandas informacionais de hoje em dia.

1 Mais tecnologia

Provavelmente a direção mais óbvia que as bibliotecas vão adotar envolve mais o tipo de integração sem emenda de tecnologias em passo mais acelerado e sofisticado do que nunca hoje em dia. Com tantos novos dispositivos emocionantes e conceitos tais como os leitores de ebook, tablets, open source e mais, eles tem vários recursos nas mãos para ir ao encontro das demandas da comunidade. Os livros, infelizmente, não detém o mesmo apelo coletivo que os novos e brilhantes dispositivos, mas bibliotecários empreendedores sabem que eles ainda podem trazer literatura para as massas utilizando-se de seu desejo por tecnologia.

2 Tempos de história sensoriais

Uma vez que a consciência das necessidades do espectro de autismo e crianças portadoras de deficiência mental encolhe, mais e mais bibliotecas estão agendando horas do conto sensoriais assegurando que estes leitores possam usufruir de literatura de uma maneira mais confortável para eles. Várias bibliotecas que tem desenvolvido tal programação recomendam agendas visuais para que as crianças saibam o que acontecerá a seguir, tapetes empilhados e almofadas para se sentar e atividades manuais. Até as outras crianças podem participar destes eventos, então todos os membros da comunidade beneficiam-se da criação de um espaço mais inclusivo.

3 Melhor divulgação de cursos idiomáticos para adultos e crianças

O sistema de biblioteca pública de New York, em um esforço para ter certeza que a maior quantidade de pessoas possível tire vantagem de seus serviços, despendeu-se de tempo, dinheiro e energia para melhorar seu programa de ESOL (English for speakers of other languages, Inglês para Estrangeiros) e ESL (English as a Second Language, Inglês como Segundo Idioma). O aumento da globalização significa mais cidades multilinguísticas e uma vez que as bibliotecas são tidas como os pilares da comunidade, eles fazem excelentes introduções ao que os novos vizinhos podem vir a esperar. E um maior engajamento significa maior comunicação e relações mais estreitas.

4 Automação

Se o sistema automatizado na Biblioteca Joe and Rika Mansueto na Universidade de Chicago funcionar, os leitores poderão dizer “Saionara!” às estantes. Não só são quase todas as suas publicações estão disponíveis para recuperação online, como os visitantes também podem acessá-las pessoalmente sem ter de navegar no sistema de catalogação acadêmico geralmente instável. Ao invés disso, eles dão a entrada em sua leitura desejada e um complicado sistema de maquinagem busca o item a 15 metros abaixo da terra e o entrega. A navegação não é necessária. No entanto, uma vez que é muito dispendioso, provavelmente demorará muito tempo antes da completa automação de busca em bibliotecas no mundo todo.

5 Enfatizando o espaço comunitário

Dar mais espaço às tecnologias obviamente libera a biblioteca de bastante espaço e líderes na Biblioteca Anoka County em Minneapolis sabem como usufruir disso. Mais espaço significa que eles podem começar a oferecer uma maior variedade de programação, servindo como um centro comunitário focado em aprendizagem ao invés de apenas literatura. Alguns de seus planos incluem aulas de genealogia tendo como público alvo os mais velhos que querem saber mais sobre suas histórias de família e blocos de letras gigantes para as crianças. As bibliotecas provavelmente não irão desaparecer com a digitalização, mas sua forma provavelmente irá mudar através do tempo.

6 Mais experiência em mídias sociais

Com os últimos modelos de dispositivos literários insinuando-se na biblioteca, as mídias sociais já começaram a se infiltrar como parte integrante da experiência. Elas oferecem maior divulgação à comunidade, promovendo e respondendo questões sobre eventos, e provém um fórm no qual é possível compartilhar notícias legais sobre livros. As mídias sociais também fazem com que fique mais fácil do que nunca para bibliotecas receberem feedback sobre que tipo de programação a comunidade mais deseja, sugestões sobre como melhorar serviços e conversas sobre que livros precisam estar nas estantes. Criar discussões online certamente também tem seu mérito!

7 Laboratórios de mídias digitais

Em um esforço de atrair mais adolescentes, a Biblioteca Pública de Chicago tornou híbrido o sistema tradicional com um laboratório de mídias digitais apelidado de YOUmedia. Lá eles podem tirar vantagem da gravação de vídeo e equipamento de edição, computadores, estúdio de gravação (completo com teclados e turntables!) e aulas de design gráfico, podcasting e fotografia. YOUmedia também hospeda uma revista literária na Internet. Com tantas ofertas incríveis, crianças do ensino médio podem aprender ainda mais sobre os potenciais caminhos de carreira que mais os interessa; notando como as bibliotecas tem muito a ver com educação, estas ofertas não se afastam de seus valores fundamentais.

8 Postos Eletrônicos

Similar ao sistema de satélite já em vigor para as bibliotecas municipais em cidades maiores, o futurista Thomas Frey pensa que – ao longo do tempo, é claro – eles podem começar a mesma coisa com uma inclinação mais digital. Ao invés de agir como uma extensão das explorações físicas uma biblioteca central, eles funcionariam quase como um “cyber café” onde os clientes vão para acessar arquivos digitais. Muitas das explorações se dariam em torno da preservação das história das comunidades do entorno, acrescentando uma dimensão mais personalizada à experiência.

9 Crowdsourcing

A Biblioteca Pública Madison de New Jersey é uma das muitas que entendem que sua sobrevivência depende do quão bem eles interagem com os bairros que os apoiam. Então eles se voltaram para o crowdsourcing de seu futuro, recebendo grupos de foco e se abrindo para sugestões de profissionais, usuários e usuários profissionais. Muito do que as pessoas tinham a dizer, claro, envolvia tecnologia, como o treinar bibliotecários de referência em recursos como o YouTube, Wikipedia, Google e muito mais. Eles também queriam ver mais programações visando envolver a crescente comunidade latino-americana. Todas essas respostas ajudam a biblioteca pública a oferecer melhor exatamente o que seus visitantes precisam para uma experiência educacional bem-arredondada.

10 Bibliotecários mais ativos

Mais uma vez o precedente já foi colocado aqui, com a maioria das bibliotecas em volta do mundo pedindo ao seu pessoal para ter uma dupla função como planejadores de eventos e líderes de aulas. Seth Godin pensa que os bibliotecários do futuro serão quase universalmente incumbidos com a monitoria de estudantes em suas tarefas, ensinando aos usuários o básico da computação, e outras responsabilidades colocando-os na linha de frente. Mas esta transição é positiva, uma vez que alimenta um maior senso de comunidade e desestigma a profissão bibliotecária, pintando-os como vizinhos mentores ao invés da patrulha silenciadora do livro.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s